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LOS vence a FURIA por 3 a 2 e fala sobre título do CBLOL, calendário e Worlds

Jogadores e comissão técnica comentaram a virada na final do 2º Split, a pressão da torcida rival e a expectativa para o Mundial.

Redação Capital Gamer  ·  2 min de leitura
Arte da matéria: LOS vence a FURIA por 3 a 2 e fala sobre título do CBLOL, calendário e Worlds

Arte: Capital Gamer

A LOS venceu a FURIA por 3 a 2 na final do 2º Split do CBLOL 2026 e conquistou o título, depois de ficar com o vice na primeira decisão do ano. Em coletiva após a série, jogadores e comissão técnica falaram sobre a virada, o calendário apertado e a classificação para o Worlds.

Calendário apertado e Torneio de Promoção

O suporte Zest foi direto ao comentar a agenda da equipe: disse que odeia o calendário. Segundo ele, o time nem aproveitou o Rio, já que precisa disputar a final do Torneio de Promoção dois dias depois. Ele reconheceu, porém, que a LOS pode disputar várias competições e que está pronta para isso.

O jogador Brandão afirmou que o time ainda digeria o resultado. Para ele, a campanha pela chave inferior no primeiro split e a classificatória da EWC fazem parte do trabalho do ano inteiro, e o título é o fruto disso. Ele também lembrou que a equipe foi montada inicialmente para o Academy. A mentalidade, segundo ele, sempre foi formar o melhor time possível com o que havia, e o planejamento começou depois da eliminação do CD em setembro.

O quinto jogo e a torcida da FURIA

Sobre o jogo decisivo, a conversa nos bastidores girou em torno de ser proativo. Nas partidas perdidas, a LOS tinha o controle, mas o jogo escapava em algum momento. A escolha foi por uma composição com reinícios para ditar o ritmo.

O argentino Ackerman disse que a torcida organizada da FURIA, presente na Arena Carioca, não pesou. Para ele, foi divertido passar à frente do rival diante dela, e ele provocou a plateia durante a série. Brandão, que enfrentou o ex-time, afirmou não sentir vontade de vingança, porque ainda tem amigos na organização.

Ackerman também deixou um recado aos jogadores da região latino-americana: disse que gostaria que todo jogador novo vivesse a experiência do título. Na avaliação dele, a região não vive um bom momento e os atletas ficam perdidos entre as ligas.

Curse, Feisty e Duduhh

Curse chegou à quarta final consecutiva no Tier 1 antes de conquistar o primeiro título. Ele contou que, na decisão perdida para a FURIA no split anterior, já se imaginava levantando o troféu contra a mesma equipe.

Feisty levou o Yasuo para a final. Ele disse que queria mostrar o pick havia muito tempo e que o time já treinava a escolha antes da série.

Duduhh, que começou o ano com 17 anos e recém-chegado ao Tier 1, descreveu a temporada como muito além do que esperava. Disse que o time quase não teve descanso e que o título dá alguns dias para respirar. Para o Worlds, afirmou estar confiante de que a LOS tem muita coisa para fazer.

O técnico Enatron, há dez anos na função, disse que a melhor sensação foi ver os jogadores chorando de felicidade ao levantar o troféu.

Fonte: Mais Esports. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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