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Polygon: novo Halo da Activision deveria seguir The Fall of Reach

Em análise, o site defende que o romance de Eric Nylund, de 2001, sirva de base caso a Activision faça mesmo um reboot sobre a origem do Master Chief.

Redação Capital Gamer  ·  3 min de leitura
Master Chief de armadura MJOLNIR em arte oficial da franquia Halo

Imagem oficial de Halo: The Master Chief Collection / Xbox Game Studios, via Steam

A Polygon publicou um texto de opinião defendendo que a Activision use o romance Halo: The Fall of Reach como modelo caso avance com um jogo sobre a origem do Master Chief. A discussão surgiu depois de um vazamento do canal Rebs Gaming, que aponta que o estúdio avalia um reboot de Halo que serviria também como história de origem do personagem. A informação não foi confirmada.

O contexto é recente: a Xbox anunciou que o desenvolvimento do próximo jogo do universo Halo passaria para a Activision. Segundo o vazamento, a empresa considera recomeçar a franquia pelo início da trajetória de John-117.

O que o romance já contou

O autor do texto argumenta que um reboot assim erraria o alvo de Halo: Combat Evolved, que joga o jogador no meio de uma guerra já em andamento entre a humanidade e os Covenant. Também haveria o risco de sobrescrever uma boa história de ficção científica.

The Fall of Reach começa em 2517. A Dra. Catherine Halsey identifica John como uma das 150 crianças com perfil genético para o programa SPARTAN-II. Elas são sequestradas e trocadas por clones de vida curta, e o treino militar fica a cargo do suboficial Franklin Mendez, no planeta Reach.

Ao contrário dos jogos, em que o Master Chief parece o último de sua espécie, o livro o coloca ao lado de dezenas de Spartans. Entre eles estão Kelly, a mais rápida, Linda, atiradora de precisão, Fred, líder quase tão capaz quanto John, e Sam, o primeiro e mais próximo amigo.

Nos exercícios iniciais, John não é o mais forte nem o mais veloz. Ele se destaca por ganhar a confiança dos outros e por não deixar ninguém para trás, mesmo desobedecendo ordens. Dos 75 candidatos aos procedimentos de aprimoramento, 30 morrem e 12 ficam gravemente incapacitados. Só 33 se tornam Spartans ativos, com John aos 14 anos.

No fim do livro, ele conhece Cortana e testa a armadura MJOLNIR Mark V usada em Combat Evolved. O exercício é sabotado, e Cortana reconhece em John a qualidade que Halsey viu quando ele tinha seis anos: sorte.

Equipe em vez de herói solitário

A Polygon liga esse foco no grupo ao sucesso de Halo: Reach, em que a Bungie cercou o jogador com a Noble Team. O texto lembra que Halo 5: Guardians reuniu o Chief com Fred, Kelly e Linda, mas de forma que soou incompleta para quem não leu os livros.

O romance chegou às lojas em 30 de outubro de 2001, 16 dias antes de Combat Evolved, o que o torna tecnicamente o primeiro material de Halo lançado. Nylund teria escrito a obra em sete semanas, a partir de um esboço aprovado e de uma bible de um jogo que ainda não existia. A Bungie, segundo a análise, resistia a dar um passado definido ao protagonista.

Para a Polygon, um novo jogo poderia mostrar John liderando Kelly e Sam ainda criança, o processo de aprimoramento, as primeiras missões com a Blue Team e a escolha de Cortana por ele.

Fonte: Polygon. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada e revisado pela redação.

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